NOVO JORNAL
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NOVO JORNAL

Lançado a 25 de Janeiro de 2008, o Novo Jornal assumiu, desde cedo, um lugar distinto no panorama da media angolana, com traços de inovação extensivos a todos os segmentos da actividade jornalística. A Marca assinalou, assim, uma nova era na sensibilidade do tratamento dos conteúdos jornalísticos e gráficos, fazendo disso uma tendência.

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Sabia que?

Em 2017, o Novo Jornal lançou a iniciativa “Prémios Personalidades do Ano”, que distingue, anualmente, as personalidades que mais se destacaram no País.

Sabia que?

Desde 2020, o Novo Jornal é parceiro do UNICEF e, em 2024, assinou com a ONU um acordo para a promoção dos Objectivos de Desenvolvimento Sustentável.

Sabia que?

Em 2023, o Novo Jornal foi o único órgão de comunicação de Angola e dos PALOP a integrar um grupo de quinze jornalistas africanos de 11 países que estiveram na Ucrânia a reportar o conflito com a Rússia.
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Armindo Laureano
Director Editorial
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Valores da marca

O Pluralismo de opinião, a Objectividade, a Averiguação e o Rigor são valores sobre os quais assentam os conteúdos das páginas do Novo Jornal. A publicação configura-se, por isso, num importante veículo de efectivação do direito à Informação e Formação e é, pela natureza da sua vocação, um destacável meio na afirmação de um País Democrático e de Direito. Num tempo marcado pelo avanço da desinformação, pela erosão da democracia em várias partes do mundo e pela crescente normalização da mentira, do ódio e da discriminação, é inerente à sobrevivência do Novo Jornal o seu compromisso com a cultura do fact-checking, a formação cívica e o papel da educação nas sociedades democráticas, que se tem mantido intacto através de um exercício constante e exemplar de passagem de testemunho, tendo sempre como ponto referencial a honestidade para com a sua linha editorial.

Desde a sua génese, o Novo Jornal definiu, com exactidão, o seu papel enquanto órgão de comunicação, e os resultados não tardariam a chegar: rapidamente, o próprio mercado passou a reagir aos vários estímulos decorrentes da actuação do conjunto de jornalistas desta publicação. Não é, assim, inocente fazer uma associação do surgimento do Novo Jornal a um momento particular na história recente de Angola: o seu aparecimento coincide com a realização das primeiras eleições pós-conflito armado, o que, por si só, já indicava o grau de importância e a dimensão do desafio que se tinha pela frente.

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Produtos e desenvolvimentos futuros

Se um dos primeiros desafios do Novo Jornal foi associar à sua identidade uma visão plural do País, estimulando o exercício de cidadania e criando nas suas páginas diversos espaços de debate livre, um segundo desafio, também alcançado com notável sucesso, foi a sua transversalidade comunicativa e o seu redimensionamento estratégico, que lhe permitiram responder às exigências mais actuais dos grandes órgãos de comunicação a nível mundial.

Este desafio decorreu, sobretudo, da dinâmica imposta pelas novas tecnologias a todos os órgãos de comunicação, dado que o acesso à informação e a forma instantânea como esta é partilhada passaram a contar com o imprescindível suporte de meios portáteis, como telemóveis e tablets, que, não substituindo os media tradicionais, passaram a ocupar lugares de destaque na comunicação moderna.

Neste sentido, o site do Novo Jornal representa um investimento que não só resultou num maior número de leitores, como passou a servir de ponte entre Angola e o Mundo, funcionando como uma credível plataforma de informação sobre o que se passa no País. A edição online da Marca representa, hoje, um instrumento de exposição mediática de Angola, uma forma de o País se dar a conhecer ao Mundo e um indispensável barómetro do seu estágio democrático. Como redimensionamento estratégico do seu portal, o site passou a gerir, diariamente, logo às primeiras horas do dia, uma newsletter com o resumo das principais notícias.

Mercado

Surgido em ano eleitoral, o Novo Jornal marcou o modo como passou a posicionar-se no mercado angolano de comunicação. Através da sua actuação, foi evidente o surgimento de um conjunto de valores — alguns dos quais até então inéditos no contexto sociopolítico angolano — que se juntaram ao processo de afirmação da democracia representativa e de um Estado mais plural, com uma visão mais abrangente do País.

A Marca acredita estar a cumprir, com brio e distinção, um papel útil e socialmente relevante. Depois do conflito armado, propôs-se oferecer ao seu público-alvo uma visão mais globalizante e realista do País, na expectativa de acrescentar e ajudar a fundar um importante pilar no edifício que sustenta Angola enquanto Estado Democrático de Direito.

Comunicação

Em 2015, perspectivando uma nova era, que incluía a redefinição de alguns conceitos, tais como a sua imagem de Marca, o Novo Jornal modernizou a sua imagem corporativa, adequando-a a conceitos gráficos mais actuais e dinâmicos. Foi assim que surgiu a estilização gráfica das suas iniciais «NJ», resultando numa imagem corporativa representativa de si mesma, inspirada no Pensador, símbolo cultural angolano associado à sabedoria.

Com as mudanças que se impuseram na redefinição corporativa, o Novo Jornal ganhou, também, um novo layout. Estas transformações permitem, hoje, uma leitura mais arejada das páginas do jornal, com um maior enquadramento das imagens que acompanham as matérias, o que deu lugar a uma nova dinâmica de leitura.

Vantagens competitivas

Quando, no início de 2008, chegou às bancas, o Novo Jornal não só se posicionou como um importante veículo de modernização da comunicação social em Angola, como, muitas vezes, ajudou a concretizá-la, incorporando melhor do que qualquer outro órgão generalista de media o conceito de cristalização do olhar plural.

A Marca fez e continua a fazer, por mérito próprio, um percurso notável, embora, muitas vezes, tenha enfrentado incómodos injustificáveis e próprios das circunstâncias do estágio democrático do País à época. Para essas incompreensões concorre uma série de factores, sendo um deles, claramente, a coerência e o sentido de Estado que o órgão sempre procurou consolidar como seu principal activo.

Este percurso tem sido reconhecido por algumas das mais prestigiadas instituições que premeiam o jornalismo de referência. Na edição de 2021 do Prémio Nacional de Jornalismo, os profissionais do Novo Jornal conquistaram o 1.º e o 2.º lugares na Categoria de Imprensa; o correspondente em Benguela foi distinguido com o Prémio Provincial de Jornalismo, Categoria de Imprensa, em 2022, e com o Prémio Catoca em Jornalismo, em 2024. Ainda em 2024, a Marca recebeu uma menção honrosa na 1.ª edição dos Prémios de Liberdade de Imprensa, promovidos pela União Europeia, pela Embaixada dos EUA em Angola e pelo Sindicato dos Jornalistas Angolanos (SJA). Em 2025, o Novo Jornal venceu o Grande Prémio Catoca, o Prémio Liberdade de Imprensa atribuído pelo SJA e pelo MISA-Angola, e a categoria de imprensa do Prémio OIT de Protecção Social. Soma-se ainda, na sua galeria, o Prémio de Reconhecimento pelo contributo para a Conservação dos Ecossistemas de Mangais em Angola, distinção atribuída em 2021 pela UNESCO (Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura), e o Diploma de Mérito outorgado, em 2022, pelo SJA, pelo empenho em prol da liberdade de imprensa no País.