Vantagens competitivas
Quando, no início de 2008, chegou às bancas, o Novo Jornal não só se posicionou como um importante veículo de modernização da comunicação social em Angola, como, muitas vezes, ajudou a concretizá-la, incorporando melhor do que qualquer outro órgão generalista de media o conceito de cristalização do olhar plural.
A Marca fez e continua a fazer, por mérito próprio, um percurso notável, embora, muitas vezes, tenha enfrentado incómodos injustificáveis e próprios das circunstâncias do estágio democrático do País à época. Para essas incompreensões concorre uma série de factores, sendo um deles, claramente, a coerência e o sentido de Estado que o órgão sempre procurou consolidar como seu principal activo.
Este percurso tem sido reconhecido por algumas das mais prestigiadas instituições que premeiam o jornalismo de referência. Na edição de 2021 do Prémio Nacional de Jornalismo, os profissionais do Novo Jornal conquistaram o 1.º e o 2.º lugares na Categoria de Imprensa; o correspondente em Benguela foi distinguido com o Prémio Provincial de Jornalismo, Categoria de Imprensa, em 2022, e com o Prémio Catoca em Jornalismo, em 2024. Ainda em 2024, a Marca recebeu uma menção honrosa na 1.ª edição dos Prémios de Liberdade de Imprensa, promovidos pela União Europeia, pela Embaixada dos EUA em Angola e pelo Sindicato dos Jornalistas Angolanos (SJA). Em 2025, o Novo Jornal venceu o Grande Prémio Catoca, o Prémio Liberdade de Imprensa atribuído pelo SJA e pelo MISA-Angola, e a categoria de imprensa do Prémio OIT de Protecção Social. Soma-se ainda, na sua galeria, o Prémio de Reconhecimento pelo contributo para a Conservação dos Ecossistemas de Mangais em Angola, distinção atribuída em 2021 pela UNESCO (Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura), e o Diploma de Mérito outorgado, em 2022, pelo SJA, pelo empenho em prol da liberdade de imprensa no País.